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  BRASÍLIA- Num ano de dificuldades para o setor elétrico, entre secas, déficits e aumentos de contas de luz, um novo problema tem colocado em risco o fornecimento de energia: o roubo de cabos de alumínio de linhas de transmissão, que podem ser usados na fabricação de utensílios domésticos, como panelas de pressão, e rodas de automóveis. Em dez dias, no início de junho, cinco furtos levaram 11 toneladas de fios do trecho da Eletrobras/Eletronorte do linhão do Madeira, inaugurado parcialmente no fim de 2013, para ligar as usinas dos rios de Rondônia com o setor sudeste, em Araraquara (SP).

Outro furto ocorreu na linha vizinha, da Interligação Elétrica do Madeira SA. Os roubos atingiram 4,7 mil metros de cabos de alumínio, que servem como eletrodos (aterramento). O eletrodo passa a maior parte do tempo sem energia, facilitando seu furto. Um dos circuitos do linhão está em fase final de obras e, portanto, inoperante, o que favorece a retirada.

Um representante da estatal afirmou em boletim de ocorrência à Polícia Civil que os furtos têm causado prejuízo à empresa e colocado em risco o sistema elétrico. Ao GLOBO, a Eletronorte reconheceu "restrição operacional" na linha de alta tensão que teve cabos furtados. A transmissão de energia pelo lote da Eletronorte no linhão ficou impedida de 13 a 20 de junho.

Para especialistas, apesar de os roubos terem como foco o eletrodo, por onde não passa energia, a ausência do aterramento coloca a ligação de alta tensão em risco. Segundo César de Barros Pinto, presidente executivo da associação das transmissoras de energia (Abrate), o furto dos cabos desequilibra as linhas de transmissão, porque pode passar a existir tensão onde não haveria, e isso coloca em risco a vida dos criminosos:

- É difícil proteger uma linha com centenas de quilômetros. O alvo do combate tem de ser quem compra os cabos para usá-los em outros produtos.

Três envolvidos no furto qualificado foram presos no dia 13, segundo registro da Polícia Civil de São Paulo. Segundo Elton Hugo Negrini, delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) em Araraquara, ainda não foi possível recuperar a carga. Negrini diz que foi procurado por agentes da Polícia Federal e da Polícia Militar oferecendo apoio para investigar o caso.

- Houve furto de cabos já instalados e também em depósitos das empresas.

A Eletronorte informou ter contratado a empresa de engenharia Schahin por cerca de R$ 60 mil para fazer o reparo de parte dos cabos furtados. Outros reparos serão feitos por equipe da Eletronorte local e de Mato Grosso. A estatal firmou contrato com a EFP Segurança para promover rondas motorizadas ao longo do trecho de 45 km do linhão que foi alvo dos furtos. Os gastos com a segurança privada são de R$ 45 mil por mês. Não foi produzido ainda um relatório final sobre as ocorrências que possa atestar que as ações colocaram em risco o sistema interligado nacional.

O linhão do Madeira é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com investimento de R$ 6,9 bilhões para instalação de dois circuitos. Em agosto, ficou pronto o primeiro, mas o segundo estará em construção até o fim do mês, segundo balanço do PAC. O linhão possui distância total de 4.750 quilômetros.
  Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/a-ameaca-da-panela-de-pressao-ao-abastecimento-de-energia-13151363#ixzz36moNqocF
  Data de Publicação: 07/07/2014
 
 

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