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  Notícias
  A Celg recebeu na quarta-feira R$ 1,9 bilhão relativos a um empréstimo negociado com a Caixa Econômica Federal. Os recursos serão usados para sanear parte das dívidas da distribuidora de energia de Goiás e assim viabilizar a federalização da companhia, que será controlada pela Eletrobras.

Segundo o vice-presidente da Celg Distribuidora, Elie Chidiac, boa parte desses recursos sequer vai entrar no caixa da companhia. Do total, R$ 1,46 bilhão será destinado ao pagamento de energia e encargos do setor elétrico em atraso. Outra parcela, de R$ 200 milhão, vai quitar dívidas com o Estado de Goiás e prefeituras. "Esse dinheiro nem entrou na companhia, foi diretamente para pagamento das dívidas", afirmou Chidiac.

A Celg recebeu, efetivamente, cerca de R$ 240 milhões. Esse dinheiro tem de ser investido na melhoria e expansão da rede e dos serviços. Chidiac contou que a empresa precisaria investir anualmente R$ 200 milhões, mas admitiu que, por problemas de caixa, esses aportes não foram realizados nos últimos anos. "Temos um déficit de R$ 1 bilhão em investimentos."

O executivo lembrou que a empresa teve problemas financeiros porque ficou vários anos sem poder reajustar o preço da energia, justamente por não ter atingido os níveis de qualidade (medidos pelos índices conhecidos no setor como DEC e FEC) estipulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo ranking da agência, a Celg foi a pior distribuidora do país, em qualidade do serviço de energia elétrica, em 2013.

Mas Chidiac acredita que a empresa vai entrar em uma nova fase. As condições do empréstimo vão permitir a economia com o pagamento de juros, o que viabiliza a retomada dos investimentos na rede. O empréstimo da Caixa tem prazo de 13 anos, com três anos de carência e juros de 6,8% ao ano. "Vamos pagar três vezes menos de juros do que estávamos pagando."

Na segunda-feira haverá a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da CelgPar para formalizar o repasse de 51% do controle da companhia para a Eletrobras. No dia 26, será a vez da AGE da Eletrobras. "Com isso concluímos o processo e a federalização estará formalizada", disse Chidiac. Os outros 49% continuarão com o governo de Goiás.
  Fonte: www.canalenergia.com.br
  Data de Publicação: 19/09/2014
 
 

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