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  Notícias
  Conselho Americano para uma Economia Eficiente de Energia (ACEEE, sigla em inglês) divulgou recentemente o ranking das 16 maiores economias do mundo do ponto de vista de eficiência energética. O Brasil ficou em penúltimo lugar, apenas um ponto atrás do México, último colocado, e a cinco pontos do antepenúltimo, ou seja, fomos lan-terninhas, sim! Dos cem pontos possíveis, fizemos apenas 30. A pesquisa analisou cerca de oito itens em quatro tópicos principais: esforços nacionais (governo), edificações, industrial e transporte.

Entretanto, os grandes vexames ficaram por conta das notas em esforços nacionais, com quatro pontos, e industrial, com apenas dois. No primeiro item, o Brasil zerou em cinco modalidades: mudança da intensidade energética, eficiência em plantas térmicas, gastos com eficiência energética, gastos com pesquisa e desenvolvimento para eficiência energética e tamanho das companhias de serviços de energia.

Há mais de 20 anos, estamos no mesmo patamar de intensidade energética e esforços não são realizados para se alterar isso. Pelo contrário, o compromisso obrigatório das distribuidoras de energia com o Programa de Eficiência Energética (PEE) foi transferido de forma míope em quase sua totalidade para o segmento de baixa renda, não havendo nenhum gasto governamental de expressão para a alavancagem da eficiência energética no país. Como é possível aumentar o tamanho das ESCOs (Energy Services Company, sigla em inglês) se não existe um mercado consolidado com número suficiente de linhas de financiamento adequadas ao segmento? Dessa forma, os empresários do setor sofrem diariamente com a sazonalidade da realização de projetos e as empresas não se desenvolvem nesse mercado que mais parece uma montanha-russa.

Para o setor industrial, que sofre diretamente com os entraves da economia brasileira, vem a crítica de não estar realmente sensibilizado em reduzir o desperdício de energia em suas plantas ou aumentar sua competitividade e produtividade por meio da modernização de equipamentos e processos utilizando-se da eficiência energética como ferramenta de ação. Apenas dois pontos dos 25 disponíveis é algo para chacoalhar e fazer arrearregaçar asmangas e trabalhar. Além disso, zeramos nos itens:eletricidade gerada pelo calor e energia combinados, acordos voluntários em performance energética, mandato para os gerentes de plantas de energia,auditorias energéticas mandatória se intensidade energética da agricultura. Em intensidade energética no setor industrial,tiramos nota um de oito.

No quesito transporte da pesquisa, o Brasil fez 14 pontos dos 25 possíveis e só perdeu para Itália, Índia, Japão e Reino Unido.Apior avaliação foi empadrõesde eficiência de combustível para veículos pesados caminhão e trator. Em edificações, o Brasil perdeu apenas para a Rússia, com dez dos 25 pontos disponíveis. No entanto,zeramos nossas notas em: códigos em construções residenciais e comerciais, rotulagem em edificações e políticas de retrofit em edificações.Vale ressaltar que no itempadrões de aparelhos e quipamentos tiramos nota umdos cinco pontos disponíveis, justamente onde temos o impecável Selo Procel,mas que por falta de liberação de recursos governamentais, está quase que estagnado.

Por fim, posso apenas reforçar a existência do Plano Nacional de Eficiência Energética, lançado há quatro anos e desde entãona gaveta. Apesar de não estar perfeito, éumbomnorte para a realização de uma política nacional impulsionando a eficiência energética para um país mais competitivo, com custo energético adequado e segurança energética que dê tranquilidade para um crescimento sustentado.

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (Abesco) vem trabalhando fortemente emações dirigidas para esse objetivo. Ações conjuntas com Sebrae, Senai, Ministério do Meio Ambiente, Eletrobras, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), ProgramadasNações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Japanese Business Alliance for Smart Energy Worldwide (JASE-W) e outros são o caminho para essa reviravolta. Vamos emfrente, Brasil!
  Fonte: www.canalenergia.com.br
  Data de Publicação: 01/09/2014
 
 

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