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  Notícias
  Após a quase estabilidade da inflação em julho (0,01%), o IPCA, índice oficial do país, voltou a subir em agosto (0,25%) e superou novamente o teto da meta do governo, num movimento provocado por reajuste de energia elétrica e aumentos de passagens aéreas e gasolina.

No acumulado de 12 meses até agosto, a taxa ficou em 6,51%. Nos 12 meses que se encerraram em julho, empatava em 6,50% com o limite máximo estabelecido pelo governo. De janeiro a agosto, o índice do ano soma um avanço de 4,02%.

Economistas estimam um IPCA muito próximo de 6,5% neste ano e parte do mercado não descarta o estouro da meta no índice consolidado de 2014.

Isso dependerá de a economia mostrar ou não um desempenho melhor neste segundo semestre, já que o desaquecimento do consumo pressiona menos os preços.

Sob impacto negativo da Copa, da freada do consumo das famílias e da forte retração dos investimentos, o PIB brasileiro encolheu 0,6% no segundo trimestre. Nos três primeiros meses do ano, o recuo ficou em 0,2%.

Se o consumo reagir no segundo semestre, os preços de serviços e bens duráveis (veículos, móveis e eletrodomésticos, que já apontam para cima em agosto) voltarão a acelerar com mais força.

Outro ponto de incerteza se refere aos reajustes a serem autorizados para as distribuidoras de energia, especialmente no Rio de Janeiro (maior região ainda sem aumento).

Também já há uma sinalização do governo de que poderá aumentar, passadas as eleições, o preço da gasolina, congelado desde o final do ano passado.

Para a Rosenberg & Associados, há "a percepção de que a pressão inflacionária não é apenas pontual, fruto de um choque passageiro".

A consultoria estima uma alta de 6,3% neste ano.

FOCOS DE PRESSÃO

Em agosto, energia, transportes e empregado doméstico foram os principais focos de pressão. Já a alimentação apresentou queda de 0,15%.

Mas ainda há uma incerteza quanto à evolução dos preços dos alimentos de setembro até o fim do ano.

"Nos próximos meses, a transmissão da alta dos preços de produtos agropecuários, já observada no atacado, para os preços ao consumidor será relevante para calibrar as expectativas de inflação. De todo modo, mantemos nossa projeção de alta do IPCA de 6,30% neste ano", diz o Bradesco.

Eulina Nunes dos Santos, coordenadora do IBGE, disse que a queda recente dos alimentos não compensa os reajustes do primeiro semestre nem altera a sensação de que os preços seguem elevados.

"O clima e a safra, que neste ano foi muito grande, ajudaram a reduzir os preços dos alimentos", disse. Ela pondera, porém, que o custo da alimentação fora de casa segue em expansão, e o recuo agora não é percebido pelos consumidores, pois alimentação está num patamar de preço historicamente muito alto.

Ou seja, o consumidor vê que paga hoje mais do que gastava em 2013 para comprar a mesma quantidade.

Desconto da luz de 2013 já foi quase todo "perdido" DO RIO

Utilizado como bandeira eleitoral pela presidente Dilma, o desconto da conta de energia em 2013 praticamente se anulou com os aumentos deste ano, quando as distribuidoras repassaram às tarifas o uso mais intenso das térmicas no ano passado.

Em 2013, redução de tributos e renegociação de contratos antigos de geradoras de energia (como a Eletrobras) a preços mais baixos, previsto em medida provisória de 2012, resultaram em queda de 15,7% da tarifa ao consumidor residencial, segundo o IPCA (inflação oficial).

De janeiro a agosto, o reajuste médio nas principais regiões metropolitanas e capitais do país já atingiu 11,7%.

Faltam ainda aumentos em três importantes áreas: Porto Alegre, Goiânia e especialmente no Rio de Janeiro, região metropolitana cujo peso da energia na inflação só perde para o de São Paulo.

A julgar pelos reajustes já autorizados pela Aneel, economistas estimam altas de 20% a 30%. Se as projeções se confirmarem, dizem, o desconto de 2013 será zerado.

Somente no Rio, um aumento hipotético de 30% (percentual próximo dos últimos reajustes) geraria um impacto de 0,10 ponto percentual na inflação de novembro, mês de correção da Light, segunda maior distribuidora do país. Trata-se de um quarto da inflação de junho (0,40%). Em julho, o índice foi de 0,01%.

Analistas esperam que o IPCA neste ano feche pouco abaixo da meta de 6,5%, mas a grande incógnita são os próximos aumentos da energia.

"Certamente, se os reajustes mantiverem o nível [dos já concedidos], o custo da energia pode subir até mais que o percentual de queda de 2013", diz Luiz Roberto Cunha, economista da PUC-Rio.

Para ele, há um "claro represamento das tarifas de energia para não estourar a meta de inflação" neste ano. "O mesmo acontece com o preço da gasolina."
  Fonte: http://www.canalenergia.com.br/
  Data de Publicação: 06/09/2014
 
 

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