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  Notícias
  A estatal goiana Celgpar aprovou ontem, em assembleia geral extraordinária, a transferência de 51% do controle da distribuidora de energia Celg D para a Eletrobras. A aprovação faz parte do processo de federalização da elétrica. "Da parte do governo de Goiás não há mais nenhum empecilho [para a federalização]. Está tudo dentro do cronograma", afirmou o diretor de Regulação da Celg D e diretor de Gestão Corporativa da Celgpar, Elie Chidiac, ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor. A próxima, e última, etapa para a conclusão do negócio é a assembleia geral extraordinária da Eletrobras, marcada para sexta-feira.

Segundo o diretor da Celg D, a federalização foi a última opção encontrada pela holding, controlada pelo governo de Goiás (99,7%), para reestruturar a distribuidora. Os executivos da Celgpar fizeram uma rodada de venda no Brasil e no exterior mas encontraram dificuldades em fechar negócio devido ao término do contrato de concessão da Celg-D, em julho de 2015. Uma das empresas procuradas foi a chinesa State Grid, que avalia entrar na área de distribuição no Brasil. A proximidade do vencimento da concessão da Celg D também foi o principal motivo para o baixo valor definido para a empresa, de R$ 116,7 milhões, na negociação entre o governo de Goiás e a Eletrobras. O valor da fatia de 51% ficou em R$ 59,5 milhões.

Outro fator que afastou os investidores, segundo Chidiac, é a própria regulação do setor de distribuição, que exige pesados investimentos dos acionistas em um primeiro momento, para serem remunerados anos depois, via revisão tarifária. Além disso, o índice de reajuste precisa ser aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). "O governo tem de definir a política que quer para a distribuição [de energia]", disse Chidiac. "Há uma esquizofrenia nesse aspecto. O investidor está sempre correndo atrás do prejuízo. Ele [investidor] está sempre em dificuldade para ver os seus lucros", completou. Segundo Chidiac, a federalização possibilitará a Celg D realizar investimentos de R$ 1,9 bilhão entre 2014 e 2021, para recolocar os indicadores de qualidade do serviço dentro dos limites estipulados pela agência reguladora. "Essa é uma meta bem real. É capaz de alcançarmos o objetivo antes do prazo", disse o executivo.
  Fonte: http://www.abradee.com.br/
  Data de Publicação: 23/09/2014
 
 

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