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  Notícias
  Ex-presidente da Eletrobras considera normal adoção de limites no mercado livre

O alto custo do uso das termelétricas se deve a falta de investimento nestas usinas. A maioria só opera com cerca de 35% de sua capacidade nominal. “Na melhor das hipóteses, esse percentual pula para 40% e muitas ficam abaixo de 30%”, afirmou ao MONITOR MERCANTIL o diretor da Coppe-UFRJ Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobras.

Os investimentos, segundo Pinguelli, foram feitos para situações marginais, de crise, curto prazo. Porém, a falta de chuva obrigou com que as termelétricas estejam acionadas por longo período. Isso fez com que o Governo Federal estude a fixação de limites para a flutuação dos preços da energia no especulativo mercado spot.

Pinguelli aponta a pouca água nos reservatórios como a principal causa do aumento do preço da energia no mercado supostamente livre, que dobrou em três meses para a faixa de R$ 800 o megawatt-hora (mwh). Com as perspectivas ruins, escassez de água nos reservatórios, já há projeções de que estes valores cheguem a R$ 1.500/mwh.

“Há pouca água nos reservatórios e, com isso, o preço da energia subiu muito, e os consumidores, em 2015, também serão onerados”, diz o ex-presidente da Eletrobras. Ele não considera a adoção de limites flutuantes como uma ruptura na “espinha dorsal” da política do governo para o setor. Segundo ele, o mercado livre compra energia “quase de graça” na época de muita água (chuvas).

“Nessa época, eles não reclamam. Isso é composição. O mercado é assim, embora seja um mercado artificial porque é regulado pelo governo”, disse, acrescentando que não ocorreu mudança nas regras: “Mudou em outros aspectos, mas não no mercado spot.”

O diretor da Coppe-UFRJ também não considera a criação de bandas no mercado de curto prazo como represamento de preços. Para ele, é apenas um alinhamento dos efeitos da escassez de água que dificulta a geração de energia.
  Fonte: http://www.monitormercantil.com.br/
  Data de Publicação: 05/08/2014
 
 

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