A uberização do trabalho não nasceu com os aplicativos e tampouco se limita a motoristas e entregadores. Ela faz parte de uma transformação mais profunda das relações de trabalho, marcada pela informalização, terceirização, transferência de riscos e custos para os trabalhadores e pelo uso crescente de tecnologias para controlar e organizar a força de trabalho.
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Escrito por Rosely Rocha | CUT Nacional17 de agosto de 2026