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As duas operações de empréstimos para o setor elétrico estão praticamente fechadas com os bancos. Serão R$ 6,5 bilhões para irrigar o caixa da Eletrobras, sendo R$ 4 bilhões do Banco do Brasil e outros R$ 2,5 bilhões contratados junto à Caixa. Está acertada, também, a segunda tranche do empréstimo às empresas distribuidoras de energia, no montante de R$ 6,5 bilhões. Esse valor será assim distribuído: R$ 3 bilhões do BNDES e R$ 3,5 bilhões dos demais bancos, inclusive BB e Caixa, além dos grandes do setor privados. O valor de cada um será proporcional à participação que a instituição teve no empréstimo de R$ 11,2 bilhões. Não foi batido o martelo na remuneração dos bancos por esses empréstimos. As instituições financeiras querem uma taxa de juros superior a 1,9% ao ano mais variação do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI).

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve reunir-se hoje, em Brasília, com os presidentes dos principais bancos do país. A pauta desse encontro não foi divulgada e o Ministério nem mesmo quis confirmar oficialmente a reunião. Dois bancos privados confirmaram presença, segundo apurou o Valor.

Uma das maiores preocupações de Mantega tem sido a pouca oferta de crédito para o consumo, o que, segundo ele, está prejudicando a retomada do crescimento da economia brasileira.

Inconformado com o excessivo comedimento dos bancos privados na concessão de crédito - depois de algumas instituições terem amargado elevada taxa de inadimplência - o governo tomou medidas recentes de incentivo à expansão do crédito. O Banco Central (BC) anunciou, em julho, a liberação de R$ 30 bilhões em compulsórios e permitiu um espaço de R$ 15 bilhões para novas operações com o relaxamento de exigências de capital dos bancos para lastrear suas operações.

Essas medidas de estímulo teriam como foco principal linhas de capital de giro de médias empresas. O ministro tem dito que as ações de alívio ao crédito, como a flexibilização dos compulsórios, são importantes para reativar o crédito". "Se não emprestar [o banco] vai perder dinheiro", disse Mantega recentemente. As instituições financeiras recebem uma correção correspondente a taxa Selic, que atualmente é de 11% ao ano.

Segundo o BC, o crédito bancário deve crescer cerca de 12% este ano. Em 12 meses encerrados em junho, houve uma expansão de 11,8%. Somente em 2013, o estoque das operações de crédito teve aumento de 13,7%.

Um dos motivos para as instituições financeiras ficarem mais restritivas na concessão de crédito é a inadimplência. Em junho, a inadimplência das operações de crédito no setor financeiro era de 3%, sendo que 2% nos empréstimos para pessoa jurídica e 4,3% para pessoa física. Analistas de bancos explicam que num cenário de baixa confiança, os próprios consumidores estão mais cautelosos na tomada de empréstimos.

O encontro de Mantega com instituições financeiras ocorrerá após o mal estar gerado entre governo Dilma Rousseff e banco Santander, por causa de um texto direcionado a clientes com renda mensal superior a R$ 10 mil, em que o banco espanhol disse o que o mercado está indicando nos preços dos ativos que o sucesso eleitoral da presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff poderá deteriorar a economia brasileira.
  Fonte: www.canalenergia.com.br
  Data de Publicação: 05/08/2014
 
 

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