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  Notícias
  A decisão da Eletrobras de adquirir a fatia de 51% da goiana Celg, distribuidora que possui um dos piores índice de qualidade do serviço do país e enfrenta problemas econômico-financeiros, não foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração da estatal federal. Alguns conselheiros indicados pelo governo, inclusive, se sentiram desconfortáveis em ter de aprovar a operação, em reunião realizada na última semana.

Conforme antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, na sexta-feira, a reunião do conselho da Eletrobras para a avaliação do negócio contou com sete dos oito representantes do colegiado. O único que não participou do encontro foi o membro independente João Antonio Lian, que estava em viagem.

O Valor apurou que o conselheiro Jailson José Medeiros Alves, representante dos empregados da companhia, votou contra a aquisição da distribuidora goiana. Os demais integrantes votaram a favor. Segundo uma fonte a par do assunto, apesar de votarem favoravelmente pelo negócio, os conselheiros Wagner Bittencourt (vice-presidente do BNDES), Lindemberg de Lima Bezerra (representante do Tesouro Nacional) e Maurício Carvalho (secretário do Programa de Aceleração do Crescimento) ficaram desconfortáveis com a posição tomada.

Na avaliação da fonte, a decisão foi estritamente política. Isso porque, em reunião anterior, o conselho de administração decidiu não acompanhar o aumento de capital da distribuidora matogrossense Cemat, cuja taxa de retorno é maior do que a da Celg. Na ocasião, o conselho entendeu que a Eletrobras não tinha dinheiro em caixa suficiente para realizar o negócio.

"[A compra da Celg] é mais do mesmo. Ninguém se interessava pela empresa. Então a Eletrobras foi utilizada para engolir o abacaxi", disse a fonte, que não quis ser identificada. Ela lembrou que a companhia fez processo semelhante ao federalizar distribuidoras do Norte e de Nordeste, no fim dos anos 1990, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

A decisão aprovada pelo conselho da Eletrobras prevê a aquisição de 51% da Celg pelo valor de R$ 59,5 milhões. A conclusão do negócio está condicionado à aprovação em assembleia de acionistas da Eletrobras, no fim de setembro, ao aval das autoridades competentes e a uma capitalização da Celg, pela holding Celgpar, controlada pelo governo goiano, de R$ 1,6 bilhão.

Na proposta da administração da Eletrobras, com recomendação pela aprovação na assembleia de acionistas, a empresa destaca que o valor de R$ 59,5 milhões foi extraído de um valor presente líquido da Celg de R$ 116,7 milhões. Esse último valor é a média dos dois laudos de avaliação feitos pela Deloitte (R$ 115,8 milhões) e a Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape, R$ 117,7 milhões). A Deloitte foi contratada pela Eletrobras e a Funape prestou serviço à Celgpar.

A proposta da Eletrobras ressalta ainda que as avaliações feitas consideraram a premissa de que o período de concessão da distribuidora termina em julho de 2015. "Até a presenta data, não foi regulamentada a renovação da concessão prevista na lei 12.783/2013", alerta a Eletrobras, no texto.

Embora pouco provável, há o risco de a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) não renovar a concessão da Celg, devido à qualidade do serviço inadequada da companhia goiana.
  Fonte: www.canalenergia.com.br
  Data de Publicação: 01/09/2014
 
 

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