Ministério Público questiona a existência de consulta pública e estudo de impacto ambiental do empreendimento que pode aumentar ilhas de calor, consumo de recursos e impactos em comunidades tradicionais da Amazônia.
pesquisas internacionais indicam que esses empreendimentos podem elevar em até 9°C a temperatura local, com impactos perceptíveis em um raio de até 10 quilômetros.
“Comunidades tradicionais residentes nas ilhas próximas, ribeirinhos e pescadores, já vulnerabilizados economicamente por condições históricas, estarão suscetíveis a impactos negativos decorrentes das atividades do empreendimento”, disse o promotor de Justiça Márcio Maués.
O MPPA também afirma que, até o momento, não foram divulgados estudos técnicos nem informações sobre consultas prévias às populações potencialmente atingidas.
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