Lula reafirma seu compromisso com a democracia e a soberania, além de se orientar pelo interesse nacional e pensar o Estado e as estatais como instrumentos de coordenação de interesses e planejamento estratégico. Flávio Bolsonaro propõe retomar o receituário ultraliberal, autoritário e fracassado na gestão de seu pai, o que significa aprofundar um projeto neocolonial que submete o país aos interesses externos, sobretudo dos EUA, aprofunda nossa dependência, nega a crise climática e e amplia a pobreza e desigualdades de renda, gênero, raça e território.
Fonte: INEEP, Carta Capital.
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