Água, saneamento e energia elétrica são direitos essenciais para a população.
Por isso, acompanhamos com preocupação os sucessivos episódios envolvendo serviços privatizados em São Paulo, que reacendem o debate sobre os impactos da entrega de setores estratégicos ao mercado.
Os serviços essenciais não podem estar subordinados apenas à lógica do lucro. Água, energia e transporte exigem planejamento, investimentos permanentes, transparência e compromisso com a qualidade do atendimento, a segurança das operações e o interesse público.
Os acontecimentos recentes reforçam a necessidade de um debate sério sobre os rumos das privatizações no Brasil e sobre o papel do Estado na garantia de direitos fundamentais.
Fonte: FNU sobre artigo de Leonardo Sakamoto, publicado no UOL.
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